dor.
após descer do carro, o coração de Anna havia tomado um rumo doloroso, afinal a amada tinha muitas coisas para fazer. Anna pensava que era algo normal...a rotina faz parte...
mas, a dor queria participar daquele momento.
não era algo traçado como a morte, mas era uma dorzinha que tinha um nome certo, ou um conceito certo: sentir saudade.
Anna subiu escadas. abriu portas. cozinhou. fez carinho na filha (tita). e ela só desejava uma única presença...bom, seriam muito mais proveitosos esses momentos, se Anna e sua doce amada tivessem um cantinho singular.
enfim...enquanto isso Anna suspira pelos cantos de sua casa e espera ansiosamente pelos beijos, ligações, palavras, mãos daquela moça dos olhos claros mais lindos e profundos de todo o universo.
mas, a dor queria participar daquele momento.
não era algo traçado como a morte, mas era uma dorzinha que tinha um nome certo, ou um conceito certo: sentir saudade.
Anna subiu escadas. abriu portas. cozinhou. fez carinho na filha (tita). e ela só desejava uma única presença...bom, seriam muito mais proveitosos esses momentos, se Anna e sua doce amada tivessem um cantinho singular.
enfim...enquanto isso Anna suspira pelos cantos de sua casa e espera ansiosamente pelos beijos, ligações, palavras, mãos daquela moça dos olhos claros mais lindos e profundos de todo o universo.



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